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	<title>Sem categoria &#8211; Communicare | Assessoria em Comunicação</title>
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	<description>Estratégias de assessoria em comunicação, assessoria de imprensa, identidade visual, eventos, redes sociais, desenvolvimento de sites, entre outros!</description>
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	<title>Sem categoria &#8211; Communicare | Assessoria em Comunicação</title>
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		<title>Quando o passado, o presente e o futuro se encontram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanni Romão]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 12:13:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O passado está em todos os lugares. Nas músicas que ouvimos, nos livros que lemos e até no que comemos. Há quem diga até que ele se repetirá no futuro. Nas empresas, o passado também tem seu peso. Por meio da preservação de suas histórias, é possível, inclusive, melhorar o relacionamento entre os seus profissionais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O passado está em todos os lugares. Nas músicas que ouvimos, nos livros que lemos e até no que comemos. Há quem diga até que ele se repetirá no futuro. Nas empresas, o passado também tem seu peso. Por meio da preservação de suas histórias, é possível, inclusive, melhorar o relacionamento entre os seus profissionais – algo que, certamente, refletirá nos negócios. Outro ganho do respeito à memória institucional é reforçar a cultura da companhia e, ao mesmo tempo, fazer o funcionário se sentir integrado à história.</p>
<p>“Os trabalhos com memória valorizam as relações entre as pessoas e as empresas, além de darem um destaque para todos”. A frase é da diretora da Fala Escrita – empresa que atua no ramo de resgate e preservação da memória institucional –, Suzana Ribeiro. Na visão dela, preservar o passado representa importantes ganhos, mas é algo que ainda encontra desafios. “Nenhuma empresa tem como atividade-fim o papel histórico; o foco é vender produtos. Por isso, esse lado acaba prejudicado”, explica.</p>
<p>Na opinião da diretora, incentivar a memória institucional ajuda a reforçar a cultura e as práticas da empresa, contribuindo até mesmo para reduzir a necessidade de investimentos em treinamentos. “O acervo ajuda os novos funcionários a internalizarem o tipo de comportamento que a organização espera deles”, afirma.</p>
<p>No mundo acadêmico, a memória institucional pode apresentar um universo novo para os que chegam. Nesse sentido, a Universidade de Taubaté mantém o CDPH (Centro de Documentação e Pesquisa Histórica). Um bom exemplo de que a universidade dedica atenção ao tema é a exposição montada dentro das comemorações do seu 40º aniversário. O projeto é composto por fotos de todas as décadas da instituição, preservadas no CDPH.</p>
<p>O coordenador do setor, Mauro Castilho, explica que o arquivo da UNITAU vai além do quesito memória: “O Centro também disponibiliza o conteúdo para quem deseja realizar pesquisas.” O professor ressalta que qualquer pessoa pode ter acesso ao acervo do CDPH. Para isso, basta “demonstrar interesse e fazer um pedido para a instituição”.</p>
<p>Cada vez mais, as organizações estão entendendo que, de fato, preservar a memória institucional vai além de garantir a manutenção da história: é fortalecer o presente e projetar o futuro.</p>
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		<title>Por trás da estatueta do Oscar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanni Romão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2015 19:24:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por Luiz Malheiros – jornalismo Communicare Assessoria Enquanto os smokings bem cortados e os vestidos elegantes – além das luvas vermelhas da Lady Gaga – voltam para o guarda-roupa, o mundo discute os vencedores da 87ª edição do Oscar. Promovida pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, a premiação aconteceu na noite de domingo (22), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Luiz Malheiros – jornalismo Communicare Assessoria</em></strong></p>
<figure id="attachment_419" aria-describedby="caption-attachment-419" style="width: 371px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.communicareassessoria.com.br/wp-content/uploads/2015/02/edilene21.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-419" src="https://www.communicareassessoria.com.br/wp-content/uploads/2015/02/edilene21-300x176.jpg" alt="edilene2" width="371" height="218" srcset="https://communicareassessoria.com.br/wp-content/uploads/2015/02/edilene21-300x176.jpg 300w, https://communicareassessoria.com.br/wp-content/uploads/2015/02/edilene21.jpg 693w" sizes="(max-width: 371px) 100vw, 371px" /></a><figcaption id="caption-attachment-419" class="wp-caption-text">“Há uma relação muito estreita entre a premiação, que oferece o espetáculo, e os meios de comunicação de massa. E, com as redes sociais, o evento tornou-se mais popular ainda.” Edilene Maia (foto: Comunicação Unitau – Fernandinha Célia)</figcaption></figure>
<p>Enquanto os <em>smokings </em>bem cortados e os vestidos elegantes – além das luvas vermelhas da Lady Gaga – voltam para o guarda-roupa, o mundo discute os vencedores da 87ª edição do Oscar. Promovida pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, a premiação aconteceu na noite de domingo (22), em Los Angeles, e foi marcada pelo reconhecimento dos melhores filmes e atores do último ano. Mas será que as famosas estatuetas douradas foram para as mãos corretas?  O que vale, no final, é a qualidade das produções concorrentes ou o <em>lobby</em> nos corredores da Academia?</p>
<p>Para nos ajudar a responder a essas perguntas, conversamos com a professora de Linguagens Midiáticas do departamento de Comunicação Social da UNITAU (Universidade de Taubaté), Edilene Maia. Fã de filmes desde a adolescência, ela traz o cinema também para dentro da sala de aula, pois acredita que a sétima arte “pode ser usada para ensinar”.  Sobre o Oscar, a jornalista ressalta que a premiação, apesar do cunho político, é uma grande forma de reconhecimento, influenciando todo o universo da comunicação.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Luiz Malheiros:</span></strong><strong> Essa foi a 87ª edição desse prêmio. O que mudou no mundo do cinema ao longo desse período? </strong></p>
<p><strong><em>Edilene Maia (EM): </em></strong><em>Mudou muita coisa, principalmente com relação à tecnologia e à estética, entre outros aspectos, como plástica, filmagem e edição. Mas um bom roteiro sempre será um bom roteiro, mesmo sem tecnologia. O Oscar foi, primeiramente, criado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas para atrair a atenção do público para esse mundo. O prêmio ‘nasceu’ político e assim continua até nos dias de hoje. Na minha opinião, ocorreram poucas aberturas e inovações, mas ainda é um prêmio reconhecido no mundo inteiro e tem a credibilidade por seu viés tradicional.</em></p>
<div class="mceTemp"></div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
LM: </span></strong><strong>Todos os anos, alguns filmes aclamados pela crítica não entram na lista do Oscar, enquanto outros medianos ou até mesmo ruins acabam marcando presença. Qual a sua explicação para isso? Na sua opinião, a Academia tem critérios claros para escolha dos premiados?</strong></p>
<p><strong> <em>EM:</em></strong><em>A escolha dos filmes que concorrem ao Oscar passa por várias etapas e chega-se a uma equação matemática. Há um grande envolvimento de profissionais da área e vários fatores fazem parte desse processo, como contratos, lobby e marketing. É por isso que, geralmente, os filmes indicados ao prêmio fazem parte da cultura mainstream.</em></p>
<p><strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">LM: </span>Como sétima arte, o cinema influencia também o mundo da comunicação. Como se dá a relação entre esses dois mundos?</strong></p>
<figure id="attachment_425" aria-describedby="caption-attachment-425" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.communicareassessoria.com.br/wp-content/uploads/2015/02/selfie.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-425 size-medium" src="https://www.communicareassessoria.com.br/wp-content/uploads/2015/02/selfie-300x225.jpg" alt="selfie" width="300" height="225" srcset="https://communicareassessoria.com.br/wp-content/uploads/2015/02/selfie-300x225.jpg 300w, https://communicareassessoria.com.br/wp-content/uploads/2015/02/selfie.jpg 620w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-425" class="wp-caption-text">Selfie da apresentadora norte-americana Ellen DeGeneres, em 2014</figcaption></figure>
<p><strong><br />
<em>EM: </em></strong><em>Não podemos negar que o Oscar ainda é um grande evento de comunicação para a mídia e sua transmissão movimenta somas estratosféricas, pois é uma vitrine que garante exposição mundial. Há uma relação muito estreita entre a premiação, que oferece o espetáculo, e os meios de comunicação de massa. E, com as redes sociais, o evento tornou-se mais popular ainda. Quem não se lembra da selfie da Ellen DeGeneres? </em>Foi<em> o post</em> <em>mais replicado de 2014 no Twitter.</em></p>
<p><strong>LM: Em 2014, o filme O Abutre – que teve apenas uma indicação ao Oscar – contou a história de um jornalista que corre atrás de histórias sensacionalistas. Você acha que títulos desse tipo podem levar a uma reflexão sobre o papel do jornalismo no mundo atual?</strong></p>
<p><strong> <em>EM: </em></strong><em>Sim, a reflexão sobre o papel do jornalista na sociedade atual é de grande valia, mesmo que Hollywood ainda trate esse profissional como “Deus” ou o “Diabo”. Sempre há essa dicotomia em relação ao jornalista, mas, pessoalmente, gosto de bons filmes, com bons roteiros e argumentos que discutam o papel desse profissional na sociedade contemporânea.</em></p>
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		<title>Imagem e texto: uma relação de amor e ódio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanni Romão]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2015 17:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao abrir um jornal ou uma revista, o que você vê primeiro: a imagem ou o texto? Provavelmente, a resposta será “o retrato ou a foto”. Mas isso significa que a imagem é mais importante do que a história escrita? Essa pergunta é uma velha conhecida nas redações de jornais, nas agências de comunicação e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao abrir um jornal ou uma revista, o que você vê primeiro: a imagem ou o texto? Provavelmente, a resposta será “o retrato ou a foto”. Mas isso significa que a imagem é mais importante do que a história escrita? Essa pergunta é uma velha conhecida nas redações de jornais, nas agências de comunicação e nas salas de aula de universidades, gerando até picuinhas entre os envolvidos.</p>
<p>Foi em 1993 que João Rangel iniciou sua carreira de fotojornalista do Valeparaibano – hoje O Vale. Atualmente professor de fotografia da UNITAU (Universidade de Taubaté), ele concorda que havia uma certa rivalidade e que cada categoria puxava a sardinha para o seu lado. “Os repórteres eram obrigados a cursar a faculdade para terem o registro profissional. Os fotojornalistas, não”, relata. Segundo ele, essa diferença gerava uma “séria discrepância entre o nível de conhecimento e de cultura entre as duas categorias”. A discussão ganhava fôlego com um discurso da época: “Os fotojornalistas diziam que suas imagens comunicavam muito mais do que os textos e que éramos mais audazes e corajosos”. Para Rangel, no entanto, fotógrafos e jornalistas devem atuar de forma conjunta. “Certa vez, li em um livro que o melhor repórter é aquele que vê como o fotógrafo e o melhor fotógrafo é aquele que escuta como repórter&#8230; Talvez esteja aí o equilíbrio”, afirma.</p>
<p>No ambiente da comunicação corporativa, a opinião de Rangel encontra ressonância. Para o publicitário e diretor da Kojio Comunicação, Marcelo Kneip, os recursos precisam estar ligados. “Uma boa peça usa o texto de forma inteligente para contribuir para o entendimento, sem ser redundante. Anúncios pobres acabam fazendo uma ‘fotolegenda’ e apenas explicando a ideia, o que torna o conceito pouco elaborado e simplório”, explica. Kneip lembra que, com o dia a dia intenso das agências, torna-se um “desafio” juntar os dois recursos: “Prazos apertados são rotina; então, para se destacar, tem que conseguir aliar a necessidade à criatividade.”</p>
<p>Ao decidir pelo curso de jornalismo, Vivian Ferraz tinha em mente as aulas de fotografia – ministradas, inclusive, pelo professor João Rangel. Agora, no quinto semestre na UNITAU, a aluna acredita que os “novos jornalistas” serão os responsáveis por consolidar essa visão da importância da união entre imagem e texto. “Acho que devemos investir em textos mais bem elaborados. E, se soubermos fazer ‘Aquela foto’, com ‘A’ maiúsculo, seria ótimo, pois é ela que conduzirá o leitor a abrir a publicação e ler a matéria; é ela que irá chocá-lo!”</p>
<p>Como muitas coisas na vida, foto e texto devem andar sempre juntos. A conversa entre esses elementos garante o princípio fundamental da comunicação: passar a mensagem de forma clara e objetiva. É como canta a música: “futebol sem bola, Piu-piu sem Frajola, sou eu assim sem você.”</p>
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		<title>Cinco dicas de marketing no Facebook</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanni Romão]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 13:08:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[facebook dicas postagem post marketing digital mídias sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos resultados da era digital é a web 2.0, que se baseia na intensa troca de informações e na criação de conteúdos pelos usuários, os quais contribuem para o desenvolvimento das plataformas comunicacionais, como o Wikipedia. Essa constante interação proporcionada pela internet abriu espaço para um novo conceito: o marketing digital. Quando bem trabalhado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos resultados da era digital é a <em>web</em> 2.0, que se baseia na intensa troca de informações e na criação de conteúdos pelos usuários, os quais contribuem para o desenvolvimento das plataformas comunicacionais, como o Wikipedia.</p>
<p>Essa constante interação proporcionada pela <em>internet</em> abriu espaço para um novo conceito: o <em>marketing</em> digital. Quando bem trabalhado nas redes sociais, ele pode trazer retornos significativos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo, confira cinco dicas básicas sobre como o Facebook é capaz de ajudar você e o seu negócio:</p>
<p><strong>Público-alvo e estratégia inicial</strong></p>
<p>Antes de utilizar o Facebook como plataforma de <em>marketing</em>, defina o seu público-alvo. Saiba com quem e para quem você está falando. Entenda as necessidades e conheça o padrão de assuntos relevantes para esses usuários. Defina estratégias capazes de fazer com que os seus próprios seguidores sejam responsáveis por “viralizar” a sua marca, curtindo, comentando e compartilhando conteúdos.</p>
<p><strong>Conteúdo </strong></p>
<p>O público-alvo também é essencial nesse tópico. Antes de tudo, as postagens devem estar de acordo com a linguagem falada pelos seguidores da <em>fanpage</em>. Como se trata de uma rede social, a informalidade pode ser explorada, mas sem exageros. Outro ponto é a linha editorial. Produza conteúdos próprios, pois lembre-se: plágio é crime! Os <em>posts </em>devem conter imagens que despertem a atenção do público, e podem ser criativos e humorísticos e fazer referência a assuntos atuais. Explore, além das imagens, <em>links</em> de direcionamento para o seu site oficial, vídeos institucionais e textos objetivos.</p>
<p><strong>Periodicidade </strong></p>
<p>Não deixe que sua <em>fanpage </em>se torne um grande <em>spam</em>: pelo contrário, a ideia do <em>marketing</em> no Facebook é “viralizar”. Para isso, mantenha uma média de <em>posts</em> diários que esteja de acordo com a sua estratégia – mas lembre-se: postar pouco pode fazer com que sua marca seja esquecida. O Facebook oferece a opção de agendamento de publicações. Assim, é possível e recomendável que se faça uma programação de assuntos, datas e horários.</p>
<p><strong>Diálogo </strong></p>
<p>Redes sociais são plataformas de comunicação. Assim, responda questionamentos enviados via <em>inbox</em> ou na aba de comentários, curta os elogios e aceite as críticas. As informações na <em>internet</em> são instantâneas e, por isso, estabeleça o diálogo com agilidade. Não espere o problema se agravar; resolva-o de imediato.</p>
<p><strong>Monitoramento</strong></p>
<p>O próprio Facebook disponibiliza aos administradores de <em>fanpages</em> ferramentas capazes de mensurar alguns dados, como postagens orgânicas e pagas com picos de visualização, número de curtir e “descurtir” da página em determinado período e o alcance de usuários. Além disso, existem algumas ferramentas pagas externas ao Facebook. Um exemplo é o <em>Scup, </em>que realiza triagens em toda a rede e armazena conversas em que o nome do seu negócio é citado. Ele facilita a resolução de possíveis problemas envolvendo a sua marca e também auxilia na produção de relatórios e na definição de estratégias futuras.</p>
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		<title>A arte de ser um contador de histórias</title>
		<link>https://communicareassessoria.com.br/arte-de-ser-um-contador-de-historias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanni Romão]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2014 18:42:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[25 anos communicare histórias diálogos Eduardo Galeano]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde os irmãos Lumière, o cinema conta histórias por meio de personagens e cenários. Juntos, diretor, roteirista e outros profissionais da sétima arte imaginam enredos que antecipam o futuro, como fez George e Gaston Méliès em “Viagem à Lua”, de 1902. Outras vezes, resgatam fatos que marcaram gerações e que nos ajudam a entender como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde os irmãos Lumière, o cinema conta histórias por meio de personagens e cenários. Juntos, diretor, roteirista e outros profissionais da sétima arte imaginam enredos que antecipam o futuro, como fez George e Gaston Méliès em “Viagem à Lua”, de 1902. Outras vezes, resgatam fatos que marcaram gerações e que nos ajudam a entender como chegamos aos dias de hoje.</p>
<p>Em entrevista sobre o livro “Os filhos dos dias”, lançado no final de 2012, o jornalista e escritor uruguaio Eduardo Galeano afirma: “Os cientistas dizem que os humanos são feitos de átomos, mas a mim um passarinho contou que somos feitos de histórias”. A obra foi inspirada nos ensinamentos maias e funciona como um calendário, reunindo 366 textos, um para cada dia do ano (incluindo os bissextos). Ignorando as fronteiras geopolíticas, Galeano constrói um rico mosaico a partir da diversidade de povos e culturas.</p>
<p>No entanto, o cinema e a literatura nunca conseguirão esgotar esse universo infindável de possibilidades. Afinal de contas, a cada nascer e pôr do sol, milhares de histórias são escritas por pessoas e empresas de um extremo ao outro do planeta. Assim como a descoberta dos Lumière e o legado dos maias, elas são fundamentais para a construção de algo muito maior: a história da nossa humanidade – da qual fomos, somos e seremos parte integrante.</p>
<p>Para nós, da Communicare, o prazer diário consiste em ajudar os nossos clientes a construir essas pequenas histórias do dia a dia. Às vezes, nosso papel é o de registrá-las e depois contá-las da melhor forma possível, buscando torná-las ferramentas de transformação de ideias e de comportamentos. Das mais singelas às mais complexas, essas histórias são o combustível que alimenta a nossa crença no poder da comunicação. Foram elas que deram força à Communicare ao longo de quase 25 anos e que vão continuar pautando a nossa atuação em 2015. Que venham muito mais histórias!</p>
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		<title>Tenaris participa de prêmio da Aberje com case sobre Ron Mueck</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanni Romão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 19:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Nós, da Communicare, estamos orgulhosos de ter ajudado a Tenaris a participar da etapa regional do Prêmio Aberje 2014, que reuniu cases do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Nosso desafio foi traduzir em palavras e em imagens a grandeza do projeto “Exposição Ron Mueck: quando a arte se encontra com os valores da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nós, da Communicare, estamos orgulhosos de ter ajudado a Tenaris a participar da etapa regional do Prêmio Aberje 2014, que reuniu <em>cases</em> do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Nosso desafio foi traduzir em palavras e em imagens a grandeza do projeto “Exposição Ron Mueck: quando a arte se encontra com os valores da Tenaris”. Realizada no MAM do Rio de Janeiro, de 20 de março a 1º de junho de 2014, a exposição recebeu quase 300 mil visitantes, estabelecendo um novo recorde de público para a instituição. O anterior, de 180 mil pessoas, havia sido registrado em 1999, na exposição dos trabalhos de Pablo Picasso.  E tudo indica que o mesmo acontecerá na Pinacoteca de São Paulo, que começou a exibir as obras do artista no dia 20 de novembro.</p>
<p>O <em>book </em>preparado pela Communicare para o Prêmio Aberje mostra como o patrocínio da exposição de Ron Mueck no MAM faz parte da estratégia de responsabilidade corporativa da Tenaris e descreve em detalhes as ações de comunicação adotadas e os resultados obtidos. O número de visitantes e a ampla cobertura da imprensa, com um alto índice de mídia espontânea, mostram que a empresa acertou ao adotar a cultura como fio condutor do relacionamento com seus <em>stakeholders</em> e do fortalecimento da sua marca no Brasil.</p>
<p>Os principais resultados das ações de comunicação desenvolvidas pela empresa antes, durante e depois da mostra carioca foram:</p>
<ul>
<li>quase 300 mil visitantes nos 72 dias de exposição: recorde de público do MAM (incluindo autoridades e empresários, além de executivos e funcionários da Tenaris no Brasil);</li>
<li>ampla cobertura da imprensa, com a veiculação de mais de 174 matérias impressas e <em>online</em>, além de inúmeras reportagens em emissoras de rádio e TV;</li>
<li>alto índice de mídia espontânea;</li>
<li>aumento do número de visitantes da <em>fanpage</em> do MAM em 2,5 vezes;</li>
<li>divulgação junto aos 509 mil leitores estimados da edição impressa do jornal o Globo por meio do anúncio no caderno “Rio Show”;</li>
<li>1.024 cliques nos <em>banners</em> inseridos por três dias na versão <em>online</em> do mesmo caderno;</li>
<li>consolidação da marca Tenaris na região e junto à comunidade em geral;</li>
<li>incentivo ao acesso e à interação desse público – e não apenas dos amantes da arte – à cultura e ao artista Ron Mueck.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sem dúvidas, mais uma história de sucesso que nós tivemos o prazer de contar!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Universidade americana oferece curso online gratuito sobre jornalismo móvel para brasileiros</title>
		<link>https://communicareassessoria.com.br/universidade-americana-oferece-curso-online-gratuito-sobre-jornalismo-movel-para-brasileiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanni Romão]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2014 17:21:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeiro, foi a chegada da web. Agora é a vez dos dispositivos móveis impactarem a produção, a distribuição e o consumo de notícias. Explorar um pouco mais essa nova realidade é a proposta do curso online “Introdução ao Jornalismo Móvel”, organizado em parceria pela ANJ (Associação Nacional dos Jornais) e pelo Centro Knight para o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro, foi a chegada da web. Agora é a vez dos dispositivos móveis impactarem a produção, a distribuição e o consumo de notícias. Explorar um pouco mais essa nova realidade é a proposta do curso <em>online</em> “Introdução ao Jornalismo Móvel”, organizado em parceria pela ANJ (Associação Nacional dos Jornais) e pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas, com apoio do Google. Totalmente gratuito, o curso será de 10 de novembro a 7 de dezembro e as inscrições já estão abertas.</p>
<p>Levantamentos realizados nos EUA mostram que no país o “consumo” de notícias e informações em dispositivos móveis já ultrapassou o que é realizado por meio de <em>laptops</em> e <em>desktops</em>. Isso mostra a importância de estarmos atentos a essa tendência também no Brasil. O curso do Centro Knight foi desenvolvido pelo especialista norte-americano Will Sullivan e contará com a participação da professora brasileira Lorena Tárcia.</p>
<p><strong>Formato</strong></p>
<p>O curso é dirigido a jornalistas, professores e estudantes de jornalismo, mas não há restrição à participação de outros interessados. As atividades não são ao vivo, ou seja, você mesmo pode decidir o melhor horário para acompanhá-lo. O material didático está divido em quatro módulos semanais e, além de acessar vídeos e apresentações em PowerPoint, você pode participar dos fóruns de discussão. Para conhecer mais detalhes e fazer a sua inscrição, basta <a href="http://open.journalismcourses.org/jmovel.html" target="_blank" rel="noopener">clicar aqui.</a></p>
<p>Em caso de dúvidas, entre em contato com a assistente do curso, Natalia Mazotte (<a href="mailto:nmazotte@gmail.com">nmazotte@gmail.com</a>).</p>
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